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ENTENDA SEU EXAME / 04

Acesso preciso aos canais.
Cuidado que pode tratar.

CPRE

A colangiopancreatografia retrógrada endoscópica combina endoscopia e raios X para avaliar e tratar problemas nos canais biliares e pancreáticos.

Entenda o acesso aos canais

MODELO 3D
EndoscópioCanaisCateter

Como funciona

O endoscópio chega ao duodeno. Pela papila, um cateter pode acessar os canais; contraste e raios X orientam a avaliação e o tratamento.

A visualização 3D está carregando. Você também pode acompanhar as explicações do exame.

Representação didática simplificada, fora de escala. O endoscópio fica no duodeno; apenas o cateter entra no canal. O modelo ilustra o acesso biliar, sem reproduzir raios X ou uma intervenção completa.

PASSO A PASSO

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O caminho até o duodeno.

O aparelho passa pela boca, pelo esôfago e pelo estômago até o duodeno.

A CPRE costuma ser indicada quando há possibilidade de tratamento. A escolha depende do problema e da avaliação médica.

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ANTES DE AGENDAR

Entender também
faz parte do cuidado.

01

Quando pode ser indicada?

Pode tratar cálculos nos canais, estreitamentos e problemas de drenagem da bile. Exames de imagem ajudam a definir a necessidade.

02

Como se preparar?

Siga o jejum prescrito. Informe medicamentos, alergias e possibilidade de gravidez. Ajustes de remédios devem ser orientados pela equipe.

03

E depois do procedimento?

Haverá observação; alguns casos exigem internação. Organize um acompanhante e não dirija após sedação. Siga as orientações de alta.

SUAS DÚVIDAS

Vamos esclarecer?

É apenas um exame para diagnóstico?

Frequentemente também permite tratamento. Para investigar sem intervir, o médico pode preferir outros exames, como colangiorressonância ou ecoendoscopia.

A CPRE retira a vesícula?

Não. Pode remover cálculos do canal biliar. A necessidade de cirurgia da vesícula é avaliada separadamente.

Uma prótese precisa de acompanhamento?

Sim. Se houver colocação de prótese, confirme com a equipe o plano de revisão, retirada ou troca.

Existem riscos?

Incluem pancreatite, sangramento, infecção, perfuração e reações à sedação. Após o procedimento, dor intensa, febre, vômitos persistentes, sangue ou falta de ar exigem atendimento imediato.

Informações gerais baseadas em NIDDK / NIH e American College of Gastroenterology. Não substituem avaliação e orientações individuais.

DR. MATHEUS VERAS · MACEIÓ

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CRM 7557 · RQE 6474